80% dos pacientes com dores orofaciais apresentam algum comprometimento funcional associado à musculatura mastigatória ou à articulação temporomandibular (ATM), segundo a American Academy of Orofacial Pain.
Cerca de 65% dos casos de desconforto facial crônico podem ser reduzidos com protocolos adequados de reabilitação funcional e terapias integradas.
Disfunções musculares e articulares não tratadas podem evoluir para limitações de abertura bucal, dores cervicais e alterações posturais, impactando atividades básicas do dia a dia.
70% das queixas de dor orofacial estão relacionadas a padrões inadequados de mastigação, bruxismo, tensão muscular e alterações funcionais, geralmente corrigíveis com acompanhamento especializado.
Com abordagem integrada, avaliação detalhada e protocolos baseados em evidências, o tratamento promove resultados consistentes e melhora significativa nas funções essenciais do sistema estomatognático.
O processo inclui análise da musculatura orofacial, articulação temporomandibular (ATM), postura, padrões respiratórios e hábitos orais, garantindo um diagnóstico preciso.
As condutas terapêuticas seguem protocolos atuais da Reabilitação Orofacial, alinhados às recomendações científicas e às melhores práticas clínicas.
Os cuidados envolvem a harmonização da função muscular, mobilidade articular e equilíbrio postural, reduzindo dor e desconfortos recorrentes.
Cada tratamento é adaptado à realidade do paciente, promovendo melhora na mastigação, fala, deglutição, respiração e outras funções orofaciais essenciais.
A somatória entre terapia manual, exercícios orofaciais e orientação comportamental garante evolução contínua e redução significativa de sintomas.
O paciente é acompanhado de forma próxima, com ajustes constantes no protocolo para alcançar o melhor resultado clínico possível.
Nossos protocolos em Reabilitação Orofacial são organizados, seguros e direcionados a resultados. Assim como você, também valorizamos processos claros, profissionais e sem complexidade desnecessária.
A Reabilitação Orofacial é fundamental para restabelecer equilíbrio, melhorar a funcionalidade do sistema estomatognático e proporcionar mais conforto no dia a dia.
Alterações na musculatura orofacial e na ATM podem gerar dores, limitação de movimentos e dificuldades em atividades simples, como mastigar ou falar.
Com um protocolo de reabilitação adequado, é possível restaurar mobilidade, reduzir tensões e recuperar funções comprometidas.
Tratamentos integrados ajudam a minimizar dores cervicais, faciais e de articulação, além de corrigir padrões funcionais que podem causar sintomas recorrentes.
Ao equilibrar músculos, articulações e hábitos orais, os resultados tornam-se mais duradouros e estáveis.
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Dúvidas frequentes de pacientes sobre Reabilitação Orofacial e cuidados funcionais.
Ela atua na recuperação de funções essenciais — mastigação, fala, respiração e mobilidade — corrigindo desequilíbrios musculares e articulares que podem causar dor, desconforto e limitações no dia a dia.
Dores na mandíbula, estalos na ATM, dificuldade para mastigar, tensão facial, dor de cabeça frequente, desconforto cervical, cansaço ao falar, bruxismo e limitações de abertura bucal são sinais comuns de alterações orofaciais.
A evolução varia conforme o diagnóstico, mas muitos pacientes sentem alívio nas primeiras semanas. O progresso é contínuo, especialmente quando há adesão às orientações e exercícios.
Não. A Reabilitação Orofacial utiliza técnicas seguras e graduais, com foco em conforto, mobilidade e restabelecimento funcional. A terapia manual pode gerar leve sensibilidade, mas não deve causar dor.
Não. Ela é complementar. Em muitos casos, o melhor resultado ocorre quando há integração entre profissional da área orofacial, dentista, fonoaudiólogo, fisioterapeuta e outros especialistas envolvidos.
A periodicidade é definida conforme o quadro clínico, mas geralmente varia entre 1 a 2 sessões por semana, com reavaliações periódicas para ajustar o protocolo.